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O Perfeito Sacrifício

45 Comentários

31/01/2013 | Por: | Postado em: Blog, Dicas, Livros

Mais um livro pequenininho, mas que valeria por uma enciclopédia. Nesse eu me empolguei. Se fosse colocar e comentar todos os trechos que gostei e achei mais fortes, transcreveria o livro inteiro. A questão das ofertas é muito mal compreendida, tanto lá fora quanto dentro das igrejas. Quando se fala em oferta, as pessoas logo pensam em dinheiro, não é mesmo? Mas o que o Bispo Macedo explica no livro “O Perfeito Sacrifício” (Editora Unipro) é que o conceito de oferta é muito mais amplo do que isso.

“Quando nos referimos às ofertas não estamos falando necessariamente “dinheiro”, mas tudo o que se dedica a Deus, por mais simples que seja. É aí que o coração de cada um é revelado. O empregado cristão deve executar o seu trabalho como se o fizesse para Deus; da mesma forma, o patrão cristão deve tratar o empregado como se estivesse lidando com o Senhor Jesus, que foi o Servo dos servos. Em outras palavra, devemos dar o melhor em tudo o que fazemos. “

A Bíblia fala sobre fazer seu trabalho como se fosse para Deus, mesmo se o seu patrão for incrédulo e perverso. O que a gente mais vê são pessoas fazendo seu trabalho de qualquer jeito, sem cuidado, como se só quisessem cumprir um horário. Amigos, o mundo age assim, mas nós temos de ser diferentes. Você vai ser chamado de careta, de certinho, de Caxias (os mais velhos…rs…), mas não importa. Você começa a ser diferente e vê o resultado na sua vida e em seu trabalho.

Ainda que você faça um trabalho banal, faça o melhor. Seja o mais dedicado, não fique nas redes sociais em horário de expediente, não se atrase, preste atenção em tudo, procure entender o que seu chefe precisa, pergunte o que não entender e valorize aquilo que você faz.

Elimine da sua vida a frase: “Eu não sou pago para isso” ou “Isso não faz parte do meu trabalho”. Se precisa ser feito, faça, não espere pelos outros. Tenha cuidado pela empresa como se ela fosse sua. Não pense mal dos seus colegas, muito menos do seu chefe! Não seja maldoso, nem preguiçoso. Faça o seu melhor. E se você não trabalha fora, faça o seu melhor dentro de casa, ainda que seu marido não valorize, não faça para ele, mas para Deus. Não deixe seus filhos sem cuidado, na frente da TV, do videogame ou do computador por preguiça de ficar com eles. Eduque seus filhos para Deus, gaste seu tempo com eles.

“Tudo o que uma pessoa cristã é ou faz constitui uma oferta direta ou indireta para Deus. Qualquer trabalho a executar, seja para Deus ou para um ímpio qualquer, representa o seu sacrifício para Deus, uma vez que, como cidadão do Reino de Deus e luz do mundo, é obrigação do cristão dar o melhor testemunho d’Aquele que vive e reina no seu interior, através de um comportamento cristão exemplar.”

Infelizmente não é o que vemos por aí. O que mais tem é cristão dando mau testemunho, não é? Fofocando, fazendo corpo mole, mentindo, chegando atrasado…pessoas que falam mal do chefe, que vivem em função de feriados, não veem a hora de sair correndo da empresa… Quem sabe você nem se dê conta de que isso é dar mau testemunho. Se você ainda está na escola, por exemplo, sua obrigação é prestar atenção na aula e procurar ser o melhor aluno. Talvez não fique em primeiro lugar, mas deve se esforçar para dar o seu melhor, não ficar preocupado com as interações sociais que não vão te levar para lugar nenhum.

Aqui estou eu, me lembrando de que passei o ensino médio inteirinho tirando notas baixas por ficar mandando bilhetinhos para a minha amiga, vivendo em função do recreio, quando eu via de longe a paixonite platônica da vez, e ficava inventando historinhas…argh…o que isso trouxe para a minha vida? Nada, só atraso. Depois que saí da escola tive de me virar para estudar tudo aquilo que não tinha estudado lá. Me arrependi muito de não ter aproveitado a oportunidade. Para você ter uma ideia, minha turma do terceiro ano fez uma bateria de testes psicológicos e a psicóloga ficou surpresa ao descobrir que eu tinha QI maior do que o dos meus colegas. A cara delas era algo como se tivessem descoberto inteligência em um meteoro de Marte. É claro! Minhas notas e meu desinteresse diziam que não havia vida inteligente em meu cérebro!

Somos a luz do mundo. Se a luz não iluminar, não serve para nada. Em qualquer lugar que for, esteja sempre com um sorriso no rosto, não desconte seus problemas nos outros. E esteja atento ao seu redor, talvez exista alguém precisando de uma palavra de fé. Mas de modo geral, você não vai precisar anunciar sua fé para todo mundo, porque só de olhar as pessoas perceberão que você é diferente e ficarão curiosas para saber o que você tem de especial. Isso difere o verdadeiro cristão do religioso.

O religioso tem de falar que é da igreja, tem de falar evangeliquês, senão ninguém nunca imaginaria que ele era cristão, afinal de contas, faz tudo errado, não está nem aí para os outros, é dissimulado, dá um péssimo testemunho, fazendo com que ninguém queira ser igual a ele! Se alguma vez já foi luz, hoje é uma lâmpada queimada, que só atrapalha. Já o cristão, é uma pessoa normal! Conversa, ri, é bem humorado, tranquilo, mas na hora de trabalhar, é responsável e faz o seu melhor. É educado, confiável, está comprometido em tudo aquilo que faz e ajuda a quem precisar.

“Cumprir com suas obrigações e realizar todas as suas tarefas como se Deus fosse o seu patrão ou empregado é o que se espera do cristão. Infelizmente, até mesmo no trabalho secular da Igreja, muitos, inclusive obreiros e pastores, têm executado suas tarefas de qualquer maneira. De que adianta para essa gente ir à igreja, orar, chorar, jejuar, ler a Bíblia e não fazer isto ou aquilo, se o trabalho secular que realizam para a obra de Deus é mal feito?”

Muito legal o Bispo falar sobre isso. Se isso é ruim nas empresas em geral, dentro da igreja é pior ainda! Se quando você está trabalhando lá fora tem de enxergar as coisas como se Deus fosse o seu chefe e fazer tudo para Ele, como se trabalhasse na Obra, dentro da igreja ainda mais! Humanamente falando, você trabalha em uma empresa, mas essa empresa tem um objetivo espiritual bem definido. Deus é seu chefe e é a Ele que você vai prestar contas. Pelo menos é assim que eu entendo. É necessário ter temor. Deus é meu chefe, e Ele é um excelente chefe! Não comete injustiça, ouve minhas sugestões, me ensina, me dirige, me ajuda quando eu me cobro demais e temos ótimas reuniões de trabalho! :-)

Você tem de saber qual é o objetivo do que você está fazendo. Principalmente no trabalho dentro da igreja, seja secular ou não. Qual é a sua motivação? Se você fizer alguma coisa visando agradar a alguma pessoa, ou querendo chamar a atenção de alguém para você, para o seu nome ou para o seu trabalho, esqueça! Se fizer isso, só vai se dar mal. A única pessoa que você tem que querer agradar é Deus. E a única pessoa que você tem que querer mostrar com seu trabalho é Deus. Trabalhe com todas as suas forças para agradá-Lo. Qual é a oferta que você tem dado a Ele em seu dia a dia?

Se você é advogado, seja o melhor advogado, se é faxineira, seja a melhor faxineira, se é recepcionista, seja a melhor recepcionista. Seu objetivo é ganhar almas, não importa a sua função. Se você não ganha almas diretamente, você ajuda a dar condições para alguém fazer esse trabalho. Então mantenha o foco e faça as coisas para Deus com todo o seu amor, dedicação e esforço.

Na maioria das vezes as pessoas se desmotivam por causa de outras. Elas querem agradar às outras pessoas, ou têm medo de desagradar e acabam fazendo tudo dentro de uma caixinha de medo, para não correr o risco de errar. Não estão agindo pela fé, então inevitavelmente as coisas dão errado. Aí, em vez de acordar, ficam com mais medo ainda! Quando você vive pela fé o tempo inteiro e não olha nem para as circunstâncias, nem para o que as pessoas vão achar ou deixar de achar, mas faz o que é certo, o que tem de ser feito, Deus sempre vai te justificar, porque você está fazendo para Ele, com toda  a sua força. Ainda que você seja injustiçado e perseguido, Ele te honrará.

As coisas funcionam diferente no Reino de Deus, por isso se a sua oferta for o seu tudo para Deus, pode ter certeza de que seu trabalho vai se desenvolver, porque é do interesse dEle. Você pode ser mal interpretado, e pode até errar por excesso. Aliás, me lembrei agora do que ouvi certa vez do Bispo Guaracy, ele disse que preferia ser repreendido por fazer alguma coisa que achava ser o certo do que por ser negligente e omisso. Prefere que alguém lhe diga: “menos, menos”… É mais fácil puxar alguém que está voando do que empurrar uma pedra de quinhentos quilos. Seu temor tem de ser gigantesco, amigo, seu chefe é legal, mas enxerga as coisas assim:

“O filho honra o pai, e o servo, ao seu senhor. Se eu sou Pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o respeito para comigo? – diz o Senhor dos Exércitos a vós outros, ó sacerdotes que desprezais o meu nome. Vós dizeis: Em que desprezamos nós o teu nome? Ofereceis sobre o meu altar pão imundo e ainda perguntais: em que te havemos profanado? Nisto, que pensais: A mesa do Senhor é desprezível. Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável? – diz o Senhor dos Exércitos. Agora, pois, suplicai o favor de Deus, que nos conceda a sua graça; mas, com tais ofertas nas vossas mãos, aceitará ele a vossa pessoa? – diz o Senhor dos Exércitos.”

De repente você está orando, orando há tempos, suplicando o favor de Deus, mas nada acontece. O próprio Deus te faz essa pergunta: com esse tipo de oferta, como você vai ser aceito? Aí me lembro de quando Caim ficou indignado com Abel. Deus disse a Caim: “Se procederes bem, não é certo que serás aceito?” O sacrifício de Caim não foi aceito porque ele deu do que sobrava, deu qualquer coisa. Já Abel preparou o seu melhor. É a única forma de ser aceito.

Preste atenção, se você ler todo o livro de Malaquias, verá que esses caras não faziam ideia do que estavam fazendo de errado, afinal de contas, eles eram bons religiosos, cumpriam todos os rituais. Mas Deus vê o coração. Nossas atitudes chegam até Deus como palavras. Por isso não adianta você ficar plantado de segunda a domingo na igreja, fazendo propósitos, orando e jejuando se no restante da sua vida não agir de maneira coerente com a fé que você diz ter.

Separei também um trechinho sobre o dízimo:

“O sentido mais profundo do dízimo é que os cem por cento pertencem totalmente a Deus e quando Lhe devolvemos os dez por cento, estamos assumindo o privilégio de poder usar os outros noventa. (…) Tudo pertencia a Deus até que a primeira porção, o dízimo, houvesse sido oferecida e aceita em lugar do todo. Só então o homem podia usar os demais 90% para si.”

Por isso tem de ser os primeiros dez por cento! Você recebe o dinheiro que é de Deus. Se mexer no que é de Deus, está mexendo no que não é seu, por isso em Malaquias 3:8 Ele chama de ladrão aquele que não traz o dízimo. Então, quando você entrega os primeiros dez por cento, recebe o direito de utilizar os 90% restantes e de se beneficiar da promessa feita nos versículos 10, 11 e 12 de Malaquias 3. Eu, sinceramente, acho isso o máximo. É maravilhoso ter a oportunidade de fazer essa parceria com Deus.

Deus não quer seu dinheiro, Ele quer a sua fidelidade. Quando você recebe o dinheiro e tem uma porção de contas para pagar (como todos nós temos) e uma porção de coisas para comprar (todos temos, também). O que faz primeiro? Qualquer um usa o primeiro dinheiro naquilo que é mais importante e urgente.

Quando você paga tudo e, se sobrar, dá o dízimo, isso não é dízimo. Porque você disse para Deus que tem coisa mais importante do que Ele. Agora, quando o primeiro dinheiro que você sacar do seu salário vai para Deus, você está dizendo que nada na sua vida é mais importante do que Ele. É um ato de amor, de respeito e de fidelidade. Quando levamos dinheiro ao Altar para o crescimento da obra de Deus, apenas estamos materializando o que já somos. O dizimista é o próprio dízimo. O ofertante é a própria oferta.

Esta é uma daquelas leituras que considero básicas para nossa fé. Não fala só de trabalho, não, fala de vários aspectos da vida. E olha o que é um livro bom: pode ter menos de cem páginas, mas o conteúdo é feito de maneira tão aprofundada, que parece se desdobrar enquanto lemos. Adquiri este livro na IURD aqui da João Dias, também vi para vender na IURD da Vila Mariana, então deve ter em outras IURDs. Recomendo que o procure aí na sua igreja. Se você já tem em casa, aproveite que eu acabei de te lembrar da existência deste livro e releia! Garanto que aprenderá ainda mais. :-)

 

Vanessa Lampert

Quer ler todas as resenhas? Clique aqui.

 

PS: Tive um problema com a hospedagem dos meus blogs, não consigo postar mais nada, por isso fiz outro, temporariamente, só para ter onde colocar os extras. Escrevi algumas coisinhas. Clique aqui para ler “Em que desprezamos nós o teu nome?”  (complemento da explicação da passagem de Malaquias) e Ofertas no Altar (falando de oferta financeira) .

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Vanessa Lampert

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Escritora e personal trainer de neurônios sedentários, em processo de formação de um exército de leitores inteligentes que saibam combinar senso crítico e bons olhos.


45 respostas para “O Perfeito Sacrifício”

  1. É verdade, tem muitas pessoas que não dão suas ofertas diariamente pensando que a oferta é só em dinheiro, ou estar na Igreja, mais ai é ai que erramos nós devemos começar ofertar a Deus desde quando acordamos servindo o nosso marido se formos casadas, ou aos pais e irmãos como solteira e tambem os pais devem servir aos seus filhos.
    Se nós ao acordar decidir eu vou ofertar a Deus com esse dia faríamos coisas mais boa do que ruim e tambem pecaríamos menos, agindo assim nós conseguiremos apresentar a Deus um verdadeiro sacríficio mostrando ele para as pessoas através do nosso testemunho.

  2. Gostei tanto deste post que até imprimi para ter sempre comigo e nunca esquecer da lições contidas nele. Muito Obrigada!

  3. Suzana felizardo torres disse:

    Olar, eu simplesmente adorei o conteúdo,pois fala de uma forma clara,e a leitura é realmente envolvente.
    Agora entendi a importância de ser fiel ao senhor como um todo.

    Que Deus continui abençoando a todos vocês,um abraço!

  4. Aline disse:

    Era tudo que estava precisando ouvir e praticar….a cada dia eu vejo o quanto Deus tem sido grande na minha vida!, Obrigado pela palavras porque as atitudes agora precisam partir de mim!

  5. Kézia Farias disse:

    Eu devo confessar que esta foi a melhor explicação que já li sobre o assunto. Eu sempre fiz/faço questão de SER o dízimo (e esta explicação foi muito forte: os 100% são Dele, nós devolvemos os 10% para termos o direito de usufruir dos 90%. Nossa!). Todavia, tenho tido muitos problemas com funcionários, que se fecham na sua “caixinha de medo” para não errarem, e não dão o melhor. E é exatamente o que foi falado: não estão vivendo pela fé. Há tempos tentava entender o “porquê” de problemas, que se “usassem mais a massa encefálica” poderiam resolver. Afinal, estão contratados porque não posso estar todo o tempo ali. E até me questionava se faltava explicar mais, orientar mais, enfim. E agora pude compreender perfeitamente! Falta usar a fé! Foi como se o próprio Deus tivesse feito a explanação que foi para todos os sentidos: empresarial, espiritual, profissional, etc. Muito bacana!

  6. Márcia Almeida disse:

    Concertesa a oferta e sacrifício vai muito além do aspecto financeiro, quando sacrificamos e ofertamos no aspecto financeiro e espiritual nao tem como dar errado porque estamos obedecendo e praticando a vontade de Deus nas nossas vidas.

  7. Christina Moura disse:

    Bom dia Vanessa,
    obrigada por esse texto. Você escreveu para mim com certeza (claro, dentre tantas pessoas que foram tocadas por ele). Cada linha, cada palavra…parece até que vc estava sentada aqui na minha frente me falando. Estava escorregando aqui, mas já me equilibrei e estou seguindo em frente.
    Abraço carinhoso.
    Chris/Acre

  8. Ju disse:

    tudo o que eu precisava… obrigada por compartilhar. bjs

  9. Talytha Cardoso disse:

    É verdade. D. Vanessa, as literaturas inspiradas pelo Espírito Santo e que usa de seu servo o Bisp.Macedo, tem sido como um fortificante , que nos dá o impulso para buscar em Deus por meio dessas obras o nosso crescimento espiritual.
    E como não poderia ser diferente, a vida de nós mulhesres que servimos à Deus, é embasada no sacrifício, sendo ele que nos move diariamente.
    Bjus!!!

  10. Os livros do Bispo são mesmo ótimos e toda vez que eu pego algum em minha casa para ler novamente os ensinamentos se multiplicam como a senhora bem colocou, gosto muito de todos os livros do Bispo, cada um fala comigo de uma forma e esse falou comigo sobre organização lendo sua resenha.

    Vou começar a ler novamente alguns que tenho aqui, acabei de ler Nada a perder e já estou ansiiosa para o segundo da triologia, se puder passa no meu blog, eu fiz uma resenha sobre o Livro AS cinco linguagens do Amor.

    EU amo suas resenhas aprendo muito com elas!

    Beijos :)

  11. Veronica Barreto disse:

    Temos que ser o próprio sacrificio, não fazer só o financeiro, mais o sacrificio tem que ser o conjunto as duas pernas, primeiro o Espiritual que é você a sua vida,depois o financeiro. beijos.

  12. Danyely disse:

    Muito boa essa mensagem… abriu os meus olhos para muitos aspectos da minha vida que eu nao tinha notado… Que Deus abencoe abundantemente!!!!!!! parabens!!!! e mto obrigada!!!

  13. Vitor La Porta disse:

    BOA PEDIDA VANESSA*=*.. OUTRA RECOMENDAÇÃO QUE FAÇO É O LIVRO “FÉ RACIONAL”…!!!
    UM GRANDE ABRAÇO PRA TI.. E TE PARABENIZO POR ESTES POSTS AQUI NO BLOG DA CRIS^^,POIS A CADA DIA QUE OS LEIO ESTOU TENDO DIREÇÃO NECESSÁRIA PARA MINHAS LEITURAS,POIS ADORO EXERCITAR MEUS NEURÔNIOS TAMBÉM,rsrsrs…
    NA FÉ..^^

  14. vanessa firmino disse:

    realmente nao tinha visto a vida por esse angulo, gostei muito dessa postagem pois tocou em algumas feridas que ja sabia que precisava mudar e essa postagem foi um empurrao para isso!

  15. Débora Cunha disse:

    D.Vanessa não consigo ver o link do seu blog.

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